Uma Aventura Carioca – Maraca, Mangueira, Copa e muito mais. (Parte I)

13 10 2009

São Paulo iria enfrentar o Flamengo, no Maracanã, em jogo válido pelo returno do Campeonato Brasileiro.

Como estou de férias do serviço, jogo que veio a calhar.

Uma viagem, que começou a ser planejada meses antes, mas não da forma que foi.

Pensava em ir por conta. Assim, já pesquisava hotéis e vôos para o Rio de Janeiro.

Chegando lá, pegaria o metrô mais próximo de onde me alojaria e desceria na estação do Maracanã, ao lado do estádio.

Mas, pesquisando na Internet, descobri que o SPFC, conveniado com uma agência de turismo, a Freeway Tur, estava vendendo pacotes para hospedagem por uma noite e traslado SP/RJ/SP de ônibus, além da ida e volta ao Maracanã com ingresso garantido e tudo mais.

Queria mesmo era ter ido de avião, mas devido a chuva forte que castigou o Rio, na sexta e no sábado, muitos vôos foram atrasados ou simplesmente, cancelados.

E fomos de ônibus mesmo, partindo de frente ao Estádio do Morumbi, meia-noite, do dia 09 para o dia 10.

Dali pro Rio tinha chão hein...

Dali pro Rio tinha chão hein...

Viagem de madrugada, todos dormindo. Todos, menos eu.

A ansiedade era tanta que, por mais que tentasse, não conseguia sequer fechar os olhos pra pelo menos, cochilar.

Com o iPod no ouvido, admirava as margens da via Dutra.

Ao som de Deftones, Velhas Virgens, The Offspring, O Rappa e Sá, Rodrix e Guarabyra, passava por Taubaté, Aparecida, Guaratinguetá, Resende e Volta Redonda.

Na movimentada parada, em Guaratinguetá. Ônibus pra todo lado.

Na movimentada parada, em Guaratinguetá. Ônibus pra todo lado.

E tome estrada, até que chegamos nas sinuosas curvas da Serra das Araras, já com o dia claro, batendo nas janelas do Ônibus.

Após, Baixada Fluminense. Lugar contrastante com os pontos turísticos cariocas. Ainda mais com o tempo fechado.

Nova Iguaçu, Belford Roxo, Duque de Caxias.

Linha Amarela. Aeroporto do Galeão, Zona Portuária (com seus navios, containers e cemitérios), Centro do Rio.

Chegamos muito cedo para o check-in. Então a galera partiu pra tomar um café na padaria mais próxima.

Nada aberto, a não ser uma ou duas bancas de jornais, além da tal da padaria, que mais parecia uma lanchonete. Nada a ver com as ‘padocas’ daqui.

Voltamos ao hotel, check-in feito e bora colocar as coisas no quarto e descansar.

Descansar? Em pleno Rio de Janeiro? Jamais!

(continua…)

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