Porém, com todo defeito, te carrego no meu peito

25 01 2011

Temos muitos motivos para reclamar de São Paulo. Quem mora aqui reclama do trânsito, da correria, da chuva, da poluição. Quem não mora aqui reclama da frieza de seus moradores, muito preocupados com o trabalho. Todas as reclamações são válidas, mas mesmo assim, não há lugar melhor do que São Paulo.

Talvez eu fale isso porque nasci aqui e moro aqui. Por enquanto, não me vejo longe dessa paulicéia desvairada. Mesmo com todos os problemas atuais. Dá vontade sim, de ir pra bem longe. Mas sempre com o intuito de voltar. Já fiquei distante daqui e sei da falta que eu senti dessa selva de pedra.

Para mim, a canção a seguir é a que melhor retrata a contradição dessa cidade, que não deixa de ser um dos símbolos dela.

E é por essa contradição meio incompreensiva, para quem não mora aqui, que eu amo essa porra de cidade.

SÃO, SÃO PAULO MEU AMOR!





BBB – Diversão é alienação?

11 01 2011

E mais uma edição do BBB está no ar. A décima primeira em nove anos em que o programa é transmitido. A segunda com o Twitter em alta e sendo utilizado como principal ferramenta para os mais variados comentários sobre o reality show, favoráveis ou contrários.

A questão do gosto é bem pessoal. Fica até meio óbvio dizer isso, redundante. O BBB, assim como qualquer outra coisa nesse mundo, desperta amor, ódio e desprezo. E todo ano é aquela ladainha: o Big Brother é produto para alienar e emburrecer a população.

Hoje, qualquer produto que sirva para entretenimento no Brasil é taxado como algo que aliena. Principalmente na televisão. Sei lá, a gente passa o dia inteiro levando (ou tendo que levar) a vida muito a sério. E quando chegamos em casa, tudo o que a gente quer é distrair um pouco. Ou tô errado?

Quem não gosta do BBB, procura qualquer outra coisa na TV, ou vai ler um livro ou ouvir um som. Quem gosta, quer assistir o episódio do dia (e para quem tem verba, corre para conferir o pay-per-view). Isso se chama diversidade.

Cada um tem o direito de se divertir a sua maneira. Se divertir é relaxar e arejar a mente. Arejar a mente é emburrecimento? Diversão é alienação? Quem respondeu “sim” as duas perguntas deve levar muito a sério programas como o BBB. Arrisco dizer que bem mais do que aqueles que gostam e acompanham.

Assistir BBB não deixa ninguém mais burro e ignorante. É apenas mais um programa da televisão brasileira, que se consolidou com o passar dos anos. A qualidade pode até ser questionada, mas, para mim, são exageradas certas críticas feitas ao programa e ao público dele.

Nada mais é que uma questão de mudar de canal ou de respeitar a opinião e os gostos alheios.

Não é o BBB que mede o nível de cultura do povo brasileiro. Até porquê não é obrigação do programa educar (e sim da emissora, que deve abrir espaço para esse tipo de programação em sua grade). Assiste quem quer e quem gosta. Como qualquer outro programa na televisão, onde o intuito é apenas entreter.

“Tudo isso não passa de pão & circo!”. Só porque você quer, meu caro. Controle remoto, cidadania e urna eletrônica estão aí pra isso.





Alborghetti e Inri Cristo

2 01 2011

O vídeo a seguir foi postado pelo usuário leoconde, em junho de 2010, e provavelmente, deve ser do início dos anos 90, no programa ‘Cadeia’, da extinta Rede OM. O mesmo foi publicado em um dos tópicos do fórum da excelente comunidade Anti-Video Show!, no Orkut.

O mestre Luiz Carlos Alborghetti diz tudo (e mais um pouco) o que acha sobre Inri Cristo, que outrora, era conhecido como Iuri de Nostradamus (não sabia dessa).

Sensacional!





Dois mil e onze!

1 01 2011

Feliz Ano Novo, pessoal!

Já é costume prometer um monte de coisas quando mais um ano começa.

A promessa do Trocando Passes é melhorar nosso conteúdo, atualizando com mais frequência e incrementando mais ferramentas, além dos textos (como vlog e podcast, por exemplo).

Prometemos também continuar falando as mesmas besteiras de sempre.

Continuem lendo este humilde blog em 2011.

Se as promessas não forem cumpridas,  me cobrem, por favor.

Um abraço.