E começou a Casa de Vidro no BBB!

3 02 2011

Escolha qual dos eliminados você quer que volte.

Mais uma da série “o que o BBB tem a ver com o Corinthians”.





Pedro Bial, a Libertadores e o Corinthians

2 02 2011

Entenda a piada clicando aqui.





Dez anos. Quem diria?

2 02 2011

Turma A de 2001, da ETELG - Procurados! Vivos ou mortos.

Me lembro perfeitamente do dia 31 de janeiro de 2001. Não teria nenhum motivo para esquecê-lo, afinal foi uma das datas mais aguardadas naquela época. Seria o primeiro dia de aula lá na ETE, escola a qual prestei um vestibulinho no final do ano anterior e vivi toda aquela apreensão em ter que esperar pela lista de aprovados um mês depois e entrar numa escola pública, porém, com uma qualidade (ou exigência) superior as outras escolas públicas.

Eram 320 vagas e consegui me posicionar na 321ª colocação. Sim, o primeiro da 2ª chamada, costumava brincar. Um alívio saber que estava dentro, mas a ansiedade continuava, porquê mal sabia o que me esperava. E o tal do primeiro dia de aula chegou.

Ouvindo alguns comentários, fiquei sabendo da prática do trote. Cagão que era, bolava mil planos na minha mente pra escapar ileso deles (é, acabou dando certo). Como um peixe fora d’água, sem saber direito o que tava acontecendo, assisti somente uma pegadinha armada por um grupo teatral de alunos da escola, simulando um trote geral em todos aqueles ‘bixos’. Em suma, saí de lá do mesmo jeito que entrei.

Conhecer alguém mesmo só a partir do segundo dia, se eu não estiver enganado. Você vai conversando com um, conversando com outro e a parada funciona meio que um BBB: as “panelas” vão se formando de acordo com a afinidade criada. Lembrando que afinidade não é sinônimo de amizade, que só com o tempo, com as ajudas nas colas das provas e com o companheirismo do dia-a-dia ali foi criada.

Foram três anos ao lado de muita gente boa. Alguns que mantenho contato até hoje, outros que gostaria de reencontrar. Um amigo meu, que estudou comigo lá, sempre falou, após nos formarmos: “poderíamos ter feito muito mais coisas”. Concordo plenamente. Olhando pra trás, percebo que realmente algumas coisinhas poderiam ter sido diferentes. Vai ver faltou a malícia e a experiência que temos hoje, dez anos depois. Porém, não me arrependo do que fiz. Mesmo achando que não fiz tudo, ainda coleciono histórias pra contar daquela época (puta papo de velho, né?).

Mas é assim mesmo, a cada ano que passa, as saudades daquele tempo e daquele lugar aumentam. Principalmente, pelo grande motivo disso tudo: as pessoas que construíram a minha história e a delas também. Estamos ficando mais velhos e com mais responsabilidades. Não era essa pressão toda, lá em 2001. E a gente ainda reclamava.

Enfim, termino esse texto, que mostra um sentimento tão comum daqueles que sentem saudades dos tempos da escola. Só que eu não poderia deixar passar em branco este marco tão importante, pelo menos pra mim.

Dez anos, meus caros. E parece que foi ontem…